Ministério Porta da Vida - Vila Alpina

Igreja Cristã Pentecostal da Bíblia do Brasil - Pb Wanderley Olivares

Arquivo para Dezembro, 2007

Natal, o que representa e qual o significado?

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 25, 2007

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Isaías 9:6

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado esta sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.

Há dois mil anos atrás, nasceu na cidade de Belém da Judéia um menino. Seu nascimento miraculoso, que num primeiro momento quase passou desapercebido, sendo notado apenas por poucas pessoas, ao longo do tempo tornou-se o evento mais importante da história da humanidade.

Os efeitos desse evento seria sentido no futuro, e mudaria completamente a história da humanidade. O nascimento de Jesus não apenas dividiu a contagem do tempo no mundo ocidental, em antes e depois de Cristo, como também provou o amor e a fidelidade de Deus para com o mundo.

1 - O que representa o nascimento de Jesus?

Representa o cumprimento das promessas de Deus. Desde o princípio dos tempos Deus havia prometido um Redentor, e profetas de Deus profetizaram a respeito do Messias que viria e redimiria o mundo.

Gênesis 3.15

“Porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”.

Isaías 7:14

“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará a luz um filho, e será o seu nome EMANUEL (que significa Deus conosco)”. 

 Miquéias 5:2

“E tu Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me saíra o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.

Isaías 9:2

“O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeu-lhes a luz”.

2 - O nascimento de Jesus, cumpriu as promessas do Antigo Testamento:

2.1 - Jesus nasceu da semente de mulher

- Sem contato com homem, Maria engravidou do Espírito Santo, cumprindo dessa forma a profecia que Jesus teria a semente da mulher, mas não teria a do homem.

Lucas 1:31, 34 e 35

v.31 - E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.

v.34 - E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço varão?
 

v.35 - E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.  

2.2 - Jesus nasceu de uma virgem

- Maria estava desposada de José, mas ainda não havia se ajuntado a ele:

Lucas 1:26 e 27

 v.26 - E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,

v.27 - a uma virgem desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria.

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foto: Interior da igreja da natividade - Israel (¹)

2.3 - Jesus nasceu na cidade de Belém na Judéia

- Embora a família de José morasse em Nazaré, o nascimento de Jesus deu-se em Belém, cumprindo dessa forma a profecia de Miquéias.

Lucas 1:3 e 4                                                                                            

v.3 - E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.

v.4 - E subiu da Galiléia também José, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi chamada Belém (porque era da casa e família de Davi).

2.4 - Jesus a Luz do mundo

- A prometida luz, a resplandecente estrela da manhã (Ap 2.28 e 22.16). Em João 8:12 e 8:46, Jesus designa a si próprio como “A LUZ DO MUNDO”.

João 8:12

“Eu Sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”.

João 12:46

“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”.

3 - Tudo foi planejado, predito e prometido por Deus com muita antecedência

O nascimento de Jesus de Nazaré, não foi prematuro, e muito menos tardio, não foi antes nem depois, foi na “Plenitude dos Tempos”, ou seja, no tempo certo!

Gálatas 4:4

“Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”.

 Daniel 9:24 e 25

v.24 - Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos.

v.25 - Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos.

4 -A identidade e a linhagem do Messias

As circunstâncias miraculosas do nascimento de Jesus, deram mostra da Sua natureza divina. Era preciso que o nascimento virginal do Senhor Jesus, completasse as profecias a Seu respeito. 

Deus deu mostra de quem seria o Messias prometido. Segundo as profecias, ele não seria uma mulher, seria um homem, da descendência de Davi, aquele que esmagaria a cabeça da serpente.

Isaías 7:14

“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará a luz um filho, e será o seu nome EMANUEL (que significa Deus conosco)”. 

Isaías 11:1

“Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará”.

Jeremias 23:5

“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que levantarei a Davi um Renovo justo; sendo rei, reinará, e prosperará, e praticará o juízo e a justiça na terra”.

Apocalipse 12:9

“E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. 

 5 - Com o nascimento do Senhor Jesus, passamos a comemorar o Natal.

Para os crentes no Senhor Jesus, o natal tem significado:

- É quando podemos festejar a chegada de Jesus Cristo à nossa vida e passamos à condição de filhos de Deus.

João 1.12

“Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no seu nome”.

- É quando compreendemos que Jesus Cristo veio a este mundo para nos salvar, porque estavámos sem rumo, perdidos, saímos da morte para a vida.

Lucas 19:10

“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”.

- É quando compreendemos o amor de Deus por nós, pois deu seu único filho, o unigênito, para nos trazer a salvação e para nos dar vida e vida com abundância. 

João 3:16

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

- É quando deixamos Jesus Cristo ser tudo em nossa vida - quando entregamos a Ele o nosso coração.

Provérbios 23:26:

“Dá-me filho meu, o teu coração, e os teus olhos observem os meus caminhos”.

- É quando nos despimos de nós mesmos, quando não procuramos os nossos próprios interesses, mas quando nos damos a Deus e aos outros, como diz o Apóstolo Paulo:

1 Coríntios 13:3 e 4

“E ainda que eu distribuisse  toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disse me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece”.

Conclusão

Neste natal de Jesus deixe que Ele seja o centro das atenções:

É Ele que traz boas novas para nossas vidas:

Lucas 2: 10 a 11

“E o anjo lhes disse: Não temais porque eis que vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo; pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é o Cristo, o Senhor”.

É Ele que nos traz a salvação:

João 3:17

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”.

Comemoremos sim o Natal, mas sem esquecer o real significado desse dia.

Amém!

(¹) foto Bp Ronaldo Monteiro - ICPBB Vila Guilherme
Obs.: Querendo saber mais sobre o estudo acima, tirar dúvidas e fazer perguntas entre na página: “Pergunte ao Presbítero” neste site e deixe seu comentário.

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O período dos Patriarcas - Abraão - Parte II

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 19, 2007

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Vista do Μar Morto

Sodoma e Gomorra - Gênesis 18 e 19

Nosso Deus é misericordioso e tardio em irar-se, no entanto, quando um povo esquece-se dele, e de Seus benefícios, fatalmente virá o castigo. Foi assim na época do dilúvio e na construção da torre de Babel, e dessa mesma forma Deus resolveu castigar as cidades de Sodoma e Gomorra, e por conseguinte, as cidades ao seu redor, Admá e Zoar.

Essas cidades eram antro de iniquidade e pecado, sua riqueza e prazeres mundanos os levaram a serem orgulhos, sem misericordia, e ultrajantes para com o próximo. Essas cidades ficavam próximas a Hebrom onde vivia Abraão.

Gênesis 13.13

“Ora, os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor”.

1 Timóteo 1.10

“Impuros, sodomitas (pederastas, devassos), raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo que se opõe à sã doutrina”.

1 - O Senhor e dois anjos aparecem a Abraão 

Abraão estava sentado à porta de sua tenda junto ao carvalho de Manre, quando três anjos apresentaram-se a ele. Ele os tomou por estrangeiros e tendo-se levantado para saudá-los, ofereceu-lhes sua casa (Gn 18.1-8). Os anjos renovam a promessa a Sara de que ela seria mãe. Às palavras dos anjos Sara sorriu, porque era idosa, tendo já noventa anos e seu marido, cem, ela julgava isto impossível.

Gênesis 18.13 a 14

“E disse o Senhor a Abraão: Por que se riu Sara dizendo: Na verdade gerarei eu ainda, havendo já envelhecido? Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? Ao tempo determinado, tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho”.

2 - Deus anuncia a destruição de Sodoma e Gomorra:

Gênesis 18.17 e 18

“Disse o Senhor: Ocultarei eu a Abraão o que faço, visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra”?

Revelação divina: Deus revela aos seus servos, os profetas, Seus segredos:

Amós 3.7

“Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas”.

Salmos 25.14

“O segredo do Senhor é para os que o temem; ele lhes fará saber a sua aliança”.

João 15.15

“Já não vos chamo de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Antes, vos tenho chamado amigos, pois tudo o que ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer”.

O Senhor, anuncia a Abraão a destruição de Sodoma e Gomorra. Abraão, estando ainda na presença do Senhor intercede para que Deus não destruisse o justo com o pecador, mas o Senhor lhe diz que se houvesse dez justos naquele lugar Ele pouparia a vida de todos por causa dos dez justos. O diálogo de Abraão com o Senhor encontra-se em Gênesis 18 do verso 23 ao 33. Após a resposta do Senhor, Abraão não ousou mais falar.

O que podemos aprender nesse episódio:

1 - Que Deus poupa a vida do justo, mesmo quando executa o Seu juízo - foi assim no dilúvio, foi assim em Sodoma quando tirou Ló daquela cidade, foi assim no Egito quando poupou a vida dos filhos dos hebreus na morte dos primogênitos, será assim na volta do Senhor Jesus; seremos arrebatados da terra, e estaremos com Jesus nos céus, antes da tribulação.

2 - Abraão faz a primeira grande oração intercessória da Bíblia. Abraão ensina que devemos perseverar e não desanimar quando oramos e queremos resposta de Deus para nossas súplicas.

Abraão orou:

Buscando mostrar a diferença entre o justo e o ímpio (v.23);

Orou com confiança na justiça de Deus (v.24 e 25);

Pediu com clareza, mostrando que o justo não podia ser punido com o ímpio (v.25);

Insistiu na oração, perseverou, como na parábola do juiz íniquo (v.27-32);

Orou com humildade, sabendo que falava com Deus. Em Salmos 51.17 Davi diz: “um coração contrito e quebrantado não desprezará ó Senhor”.

Ló e suas filhas foram salvos da destruição, no entanto, Ló é uma figura do crente não convertido, ou melhor, meio convertido, aquele crente que está na igreja, mas também no mundo, teme a Deus, mas não se afasta das delícias mundanas, é o dito crente convencido e não convertido.

Essa falha de carater no crente pode levar à ruína sua família, veja o que aconteceu com a família de Ló: Sua mulher pelo apego às coisas do mundo, virou uma estátua de sal, o próprio Senhor Jesus nos alerta a respeito dela:

Lucas 17.32 

“Lembrai-vos da mulher de Ló”.

Quanto as suas filhas,  achando que não havia mais homem na terra, embebedaram a seu pai e o enganaram, deitaram-se com ele e dessa relação nasceram, Moabe da mais velha e Benami da mais jovem. Desses surgiram os Moabitas e os Amonitas, que se tornaram inimigos dos descendentes de Abraão (Gn 19.31-38).

Abraão voltou ao lugar onde Deus lhe aparecera e viu a destruição de Sodoma e demais cidades vizinhas. Na planície queimada por enxofre e sal, a terra tornara-se estéril:

Deuterônomio 29.22-23

“As gerações vindouras, os vossos filhos que se levantarem depois de vós, e o estrangeiro que vier de terras remotas, verão as pragas desta terra e as suas doenças com que o Senhor os afligirá”.

“Toda a sua terra será abrasada com enxofre e sal, de sorte que não será semeada, e nada produzirá, nem nela crescerá erva alguma. Será como a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o Senhor destruiu na sua ira e no seu furor”.

Naquela região formou-se um lago de sal e betume, ou mar de Sodoma, passando a denominar-se no futuro, Mar Morto pelos monges cristãos, uma vez que não havia qualquer espécie de vida em suas águas.

Como Sodoma e Gomorra, os ímpios sofrerão o juízo eterno. É tempo de corrigir nossos caminhos, voltar para Deus, pois o tempo do Senhor está próximo e não podemos vacilar.

Judas 7

“Como Sodoma e Gomorra, além das cidades circunvizinhas, que havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição”.

Foto: Bp Ronaldo Monteiro - ICPBB Vila Guilherme - Vista Mar Morto
Obs.: Querendo saber mais sobre a lição acima, tirar dúvidas e fazer perguntas entre na página: “Pergunte ao Presbítero” neste site e deixe seu comentário.

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Você Sabia….

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 19, 2007

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Vista do Monte Carmelo

Que a palavra Hebrom significa “confederação”, antes chamada Quiriate-Arba (Gn 23.2;), este Arba, foi o maior homem entre os anaquins (Js 14.15); situada na região de Judá (Josué 15.54), foi fundada 7 anos antes de Zoã no Egito.

Foi em Hebrom, junto ao carvalho de Manre que Abraão hospedou os anjos que foram destruir Sodoma e Gomorra, e foi lá que o Senhor anunciou o nascimento de Isaque, o filho da promessa.

Em Hebrom morreu Sara e foi onde Abraão comprou de Efrom filho de Zoar a caverna chamada Macpela, local que ainda hoje existe em Israel e onde estão os sepulcros de Abraão, Sara, Isaque, Rebeca, Jacó e Lia.

Hebrom também era uma (¹)cidade de refúgio (Js 20.7), Davi foi aclamado rei, e reinou sobre Judá em Hebrom durante 7 anos (2 Sm 5.5; 1 Cr 29.27).

Na divisão das terras de Canaã, coube a Calebe por herança, pois perseverou em seguir o Senhor, Deus de Israel (Js 14.13 a 15).

Foto: Bp Ronaldo Monteiro - ICPBB Vila Guilherme - Monte Carmelo
(¹) Sobre cidades de refúgio, ver estudo “Cidades de Refúgio” neste site.
Obs.: Querendo saber mais sobre o comentário acima, tirar dúvidas e fazer perguntas entre na página: “Pergunte ao Presbítero” neste site e deixe seu comentário.

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Você sabia…

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 16, 2007

smile0017.gifQue Deus mudou o nome de Abrão, que siginifica “pai exaltado”,  para Abraão, que significa “pai de uma multidão  de nações”, quando ele tinha 99 anos de idade e o símbolo do concerto de Deus com Abraão foi a circuncisão.

Deus mudou o nome de Abraão para indicar claramente uma separação, uma mudança de vida, e para justificar a promessa de que ele seria o pai de uma multidão de nações.

veja em Gênesis 17.

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O período dos Patriarcas - Abraão - Parte I

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 16, 2007

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Colinas de Golã - Israel - Foto: Bp Ronaldo Monteiro - ICPBB Vila Guilherme

Gênesis 12. 1 a 2 

“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção. Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e por meio de você todos os povos serão abençoados”.

A história de Abraão, Isaque e Jacó, patriarcas do povo hebreu, está descrita em Gênesis do capítulo 12 ao 50.

1 - Abraão - história e chamado - Gênesis 11.27 a 25.11

O final do capítulo 11 de Gênesis faz a ligação genealógica entre Tera e Abraão. A partir do capítulo 12 começa a história de Abraão, com o chamado de Deus para que ele deixasse Ur dos Caldeus, a cidade de seus pais e de sua parentela e seguisse para um lugar que Deus lhe mostraria.

Ur dos Caldeus ficava a aproximadamente 160 km da Babilônia, atual Iraque. O povo que habitava aquele lugar tinha por deus “Sin”, o deus-lua, padroeiro daquele lugar. (Bíblia de Estudo Pentecostal - Ed CPAD)

Juntamente com o chamado, Deus faz promessas a Abraão:

1) Faria de Abraão uma grande nação;

2) Engrandeceria o seu nome e

3) Ele seria uma bênção.

Tera teve 3 filhos: Abraão, Naor e Arã. Arã gerou a Ló, e morreu em Ur dos caldeus, estando seu pai Tera ainda vivo. Arã teve duas filhas: Sara que casou com abraão e Milca que casou com Naor, irmaõ de Abraão. (Gn 11.27-29)

Nesse tempo, Deus ainda permitia o casamento entre parentes; vemos que Abraão casou-se com sua prima Sara, da mesma forma que Naor com Milca. 

Tera, pai de Abraão, tomou a Abraão, seu filho, e a Ló, seu neto, filho de Arã, e sua nora Sara e saiu com eles de Ur dos caldeus para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã e habitaram ali. E morreu Tera, pai de Abraão aos 205 anos de idade.

Tera morreu na cidade de Harã, na Mesopotâmia (cidade ente rios), aos 205 anos de idade. A duração de vida do ser humano, aos poucos ia diminuindo, até chegar aos 120 anos, idade que morreu Moisés.

Da geração de Naor, irmão de Abraão, nasceu Betuel, que foi o último filho de Naor, e deste nasceu Rebeca, futura mulher de Isaque, filho de Abraão, o Filho da promessa.

2 - Quem era o homem Abraão

Segundo o escritor Flavio Josefo, Abraão era um homem muito sensato, muito prudente e de muito grande espírito e tão eloquente que podia persuadir tudo o que queria. Como nenhum outro o igualava em capacidade e em virtude, ele deu aos homens conhecimento da grandeza de Deus muito mais perfeito do que tinham antes. Foi ele o primeiro que ousou dizer que existe só um Deus; que o Universo é obra das suas mãos e que é unicamente à sua bondade e não às nossas próprias forças que devemos atribuir toda a nossa felicidade.

O que o levava a falar dessa maneira era, depois de ter atentamente considerado o que se passa sobre a terra e sobre o mar, o curso do sol, da lua e das estrelas, que ele tinha facilmente deduzido que há um poder superior que regula seus movimentos, e sem o qual todas as coisas cairiam na confusão e na desordem; porque elas por si mesmas não têm poder algum para nos proporcionar os benefícios que delas gozamos, mas elas os recebem dessa potência superior, à qual estão absolutamente sujeitos, o que nos obriga a honrar somente a Deus e a reconhecer o que lhe devemos por contínuas ações de graças. (Salmos 19.1-6; Jó 38 e 39)

 Fonte: (Flávio Josefo - História dos Hebreus - Ed CPAD)

4 - Abraão e Ló separam-se - Gn 13.7 a 9

Ló era sobrinho de Abraão, estavam juntos a muito tempo desde a saída de Ur dos caldeus. Agora seus rebanhos tinham aumentado muito, e seus pastores viviam contendendo por causa da terra que não tinha capacidade para que pudessem habitar juntos (Gn 13.6 a 8).

Abraão, manda que Ló escolha para onde quer ir. Se Ló escolhesse ir para a esquerda, ele iria para a direita e vice-versa. Ló, então escolheu ir para as campinas do Jordão, que era bem regada, antes do Senhor destruir Sodoma e Gomorra, e a Bíblia diz:

Gênesis 13.10b 

 ”…era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando entra em Zoar”.

Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão, e apartaram-se um do outro.

Deus mandou que Abraão levantasse os seus olhos e olhasse, pois Deus estava dando a ele e a sua semente desde onde ele estava, Canaã, até o norte e do sul, do oriente e do ocidente, porque toda a terra que ele estava vendo, Deus tinha prometido a ele e a sua semente, para sempre. Deus ainda manda que Abraão percorra a terra que Ele estava lhe dando, e conhecesse o seu comprimento e sua largura (Gn 13.14 a 17).

5 - Abraão e Melquizedeque - Gn 14

O capítulo 14 de Gênesis, conta da guerra de 4 reis contra 5. Quando os Assírios derrotaram Sodoma e levaram vários prisioneiros,  Ló era um deles. Sodoma e as cidades em redor haviam prosperado e eram tão ricos e populosos, que eram governados por cinco reis: Bera, rei de Sodoma; Birsa, rei de Gomorra; Sinabe, rei de Admá; Semeber, rei de Zeboim e por último, Bela, rei de Zoar.

Os Assírios atacaram Sodoma e a dividiram em quatro províncias, governadas por 4 chefes, (Anrafel, rei de Sinar; Arioque, rei de Elasar; Quedorlaomer, rei de Elão e Tidal, rei de Goiim) a eles Sodoma esteve dominada por 12 anos, e no décimo terceiro ano se rebelou.

Os Assírios para se vingar, voltaram segunda vez, dominaram a Síria e submeteram os descendentes dos gigantes e entraram nas terras de Sodoma, onde acamparam no vale de Sidim que estava cheio de poços de betume, por causa do betume que havia ali antes da destruição de Sodoma.

 Abraão queria livrar Ló. Com 318 homens e alguns de seus vizinhos (Escol, Anre e Manre), pôs em fuga esses quatro reis mediante um ataque de surpresa à meia-noite (Gn 14.12 a 16).

(¹)Melquizedeque (rei justo) Sacerdote-rei de Salém (Jerusalém), abençoou Abraão e este lhe deu dízimo de tudo. Segundo uma tradição hebraica, Melquizedeque tratava-se na verdade de SEM, filho de Noé e sobrevivente do dilúvio que ainda vivia naquela época, como o homem mais velho do mundo. Na era patriarcal ele seria o sacerdote de toda a espécie humana. Melquizedeque, tanto Sacerdote como rei, foi figura de Cristo. (Salmos 110 e Hebreus 5 a 7).

(¹) Fonte: Manual bíblico de Halley - Ed Vida - pag. 92

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Jerusalém - Mesquita domo da Rocha - Israel - Foto: Bp Ronaldo Monteiro - ICPBB Vila Guilherme

Sobre o dízimo dado a Melquizedeque, muitos cristãos hoje em dia oferecem a Deus seus dízimos por meio das igrejas em que congregam; por certo também recebem de Deus as bênçãos que foram dadas a Abraão.

veja o estudo: O que a Bíblia diz sobre o dízimo, neste site.

6 - Deus renova as promessa a Abraão - Gênesis: 15 a 17

Deus promete a Abraão um grandíssimo galardão, então Abraão diz ao Senhor: “Senhor Jeová, que me hás de dar, pois ando sem filhos, e o mordomo da minha casa é o damasceno Eliezer”? E disse mais Abraão ao Senhor: Eis que me não tens dado semente, e eis que um nascido da minha casa será o meu herdeiro”. (Gn 15.2-4)

Deus responde a Abraão e diz que Eliezer não será o seu herdeiro, porém um que de Abraão for gerado. E Deus renova as promessas a Abraão e diz que suas sementes serão como as estrelas, não poderão se contar. A Bíblia ainda diz que Abraão creu e isso foi lhe imputado por justiça:

Gênesis 15.4 a 6

v.4 - “E eis que veio a palavra do Senhor a ele, dizendo: Este não será o teu herdeiro; mas aquele que de tuas entranhas sair, esse será o teu herdeiro”.

v.5 - “Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus e conta as estrelas, se ás pode contar. E disse-lhe: Assim será a tua semente”.

v.6 - “E creu ele no Senhor, e foi-lhe imputado isto por justiça”.

(²)Deus renovou a aliança com  Abraão mediante um costume antigo de passar por entre os pedaços de animais sacrificados (Gn 15.9-10). Essa ação solene representava o juramento entre as partes contratantes da aliança: “Assim seja feito comigo se ue não cumprir meu juramento e compromisso”. Esse era o costume da época para garantir o nascimento de um herdeiro masculino.

(²)Fonte: Manual bíblico de Halley - Ed Vida - pag. 93

Nas promessas, Deus também diz que a semente de Abraão seria peregrina na terra, e seria afligida por 400 anos, e depois Ele a tiraria com grande fazenda, e a quarta geração de Abraão tornaria à terra de Canaã (Gn 15.12-16).

7 - Agar dá um filho a Abraão

A impaciência do casal Abraão e Sara, no tocante à promessa de Deus de dar-lhes um filho, levou os dois a pedir a sua serva Agar que servisse de mãe do filho de Sara, posto que era costume da época para garantir o nascimento de um herdeiro masculino (Gn 16-1-3).

Uma vez que se viu grávida de Abraão, Agar passou a menosprezar Sara, e esta por sua vez queixa-se a Abraão que entrega Agar à vontade de Sara que a aflige e ela foge para o deserto, onde um anjo lhe aparece e manda que ela volte e se humilhe diante de Sara. O anjo do Senhor também promete que o filho gerado por Agar será forte e numerosa a sua semente, doze príncipes gerará, e dele fará uma grande nação, e pede que coloque o seu nome Ismael, porquanto o Senhor ouviu a sua aflição(Gn 16.5-13 e 17.20 a 21)).

Abraão tinha 86 anos quando Agar deu Ismael a ele.

8 - A instituição da circuncisão 

O concerto de Deus com Abraão, foi firmado através da circuncisão da carne do prepúcio, sendo certo que seria por sinal do concerto entre Deus e Abraão. Todo menino ao completar oito dias de vida deveria ser circuncidado, inclusive o criado e o estrangeiro que vivesse em sua casa (Gn 17.9-14).

Gênesis 17.23 a 27 vemos o relato de que Abraão faz a circuncisão de todos os que foram nascidos em sua casa, bem como dos que foram comprados por dinheiro; e circuncidou a si próprio quando tinha 99 anos de idade.

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Dízimo, o que diz a Bíblia?

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 8, 2007

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Provérbios 3.9-10

“Honra ao Senhor com a tua fazenda e com as prímicias de toda tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares”.

Comentário:

Dízimo, é a décima parte do que recebemos, como gratidão e reconhecimento a Deus pelas bênçãos recebidas. O dízimo era utilizado para as despesas e sustento dos sacerdotes.

Nos tempos bíblicos: dedicação da décima parte dos produtos agrícolas, do gado e de outros bens em adoração a Deus.

Devemos todos honrar a Deus com as prímicias da nossa renda a fim de honrá-lo como Senhor da nossa vida e das nossas posses. O SENHOR diz em 1 Sm 2.30 - Aos que me honram honrarei.

Se honrarmos a Deus com as prímicias da nossa renda, a Palavra de Deus nos garante que a bênção permanecerá sobre a nossa casa.

Ezequiel 44.30

“E as prímicias de todos os primeiros frutos de tudo e toda oferta de todas as vossas ofertas serão dos sacerdotes; também as primeiras das vossas massas dareis ao sacerdote, para que faça repousar a bênção sobre a tua casa”.

No Velho Testamento:

1 -Os patriarcas deram o dízimo: 

Abraão deu dízimo a Melquisedeque (rei de justiça), Sacerdote-rei de Salém, do despojo tomado dos Assírios quando Abraão libertou Ló e o povo de Sodoma, na guerra de 4 reis contra 5 (Gn 14).

- Melquisedeque, numa tradição hebraica, é tido como SEM filho de Noé e sobrevivente do dilúvio que ainda vivia como o homem mais velho do mundo na época.

Jacó em Betel (Casa de Deus) teve um sonho, e via posta na terra uma escada cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela, e viu o SENHOR em cima dela e Deus renova as promessas que havia feito a Abraão e a Isaque (veja em Gênesis 28.11-17).

E Jacó, faz um propósito com Deus; se realmente Deus o abençoar e o guardar e tiver pão pra comer e vestes para vestir e o trazer de volta à casa de seus pais, o SENHOR seria seu Deus, então ele daria o dízimo de tudo quanto tiver recebido de Deus (veja em Gênesis 28.18-22).

2 - A Lei de Moisés 

A instituição do dízimo como mandamento da Lei de Moisés, ocorreu mais tarde com a libertação de Israel da escravidão do Egito. Em Levítico 27.30 e ss, Deus instrui Moisés a respeito das dízimas do campo, da semente do campo e do fruto das árvores - são do SENHOR; santas são ao Senhor. No tocante à dízima de vacas e ovelhas, de tudo que passar por debaixo da vara, o dízimo será santo ao SENHOR.

Em Números 18.21 e ss, Deus destina os dízimos aos levitas pelo ministério deles, na tenda da congregação, pois eles não tinham herança no meio dos filhos de Israel. Os levitas também tinham que dar o dízimo dos dízimos recebidos.

Talvez o texto mais conhecido na Bíblia sobre os dízimos seja o de Malaquias 3.8 e ss. Os israelitas haviam deixado de dizimar. O dízimo fazia parte da Lei de Moisés, instituído por Deus para os filhos de Israel, é certo que esse povo em consequência da recusa em contribuir estariam debaixo de maldição:

Malaquias 3.8-9

v.8 “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas”.

v.9 “Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação”.

Não há dúvida quanto a obrigatoriedade de dizimar segundo a Lei de Moisés. Quanto à maldição citada por Malaquias, também não há dúvidas de que aquele que não oferecesse seu dízimo ao Senhor, estaria debaixo da maldição da Lei (ver Dt 28.15 e ss).

Falamos de maldição para aquele que não dizimava, no entanto, para o dizimista fiel, a palavra reserva uma promessa maravilhosa, e cheia de bênçãos e o próprio Deus permite que seja provado a respeito disso:

Malaquias 3.10-12

v.10 “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, de depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança”.

v.11 “E, por causa de vós, repreeenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”.

v.12 “E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos”.

No Novo Testamento:

Os princípios do Antigo Testamento são válidos também no Novo Testamento. O Senhor Jesus não aboliu o dízimo, mas deixou claro que ao dizimar não podemos esquecer do Juízo e do amor de Deus.

Jesus disse isso, referindo-se aos fariseus que dizimavam a hortelã e a arruda, e a hortaliça, mas esqueciam-se do amor e da justiça; como muitas pessoas nos dias de hoje, dão seu dízimo esperando receber riquezas e honra, mas esquecem-se do amor e da misericórdia.

Lucas 11.42

“Mas ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda hortaliça e desprezais o Juízo e o amor de Deus! Importava fazer essas coisas e não deixar as outras”.

 No sermão da montanha, Jesus estava falando sobre o dever de sermos misericordiosos, de amar o nosso próximo, da generosidade, da ajuda que podemos dar a quem necessita, depois Jesus mostra a gratidão de Deus para aquele que generosamente faz a obra de Deus, em Lucas 6.38 o Senhor Jesus diz:

“Daí, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”.

O apóstolo Paulo falando aos Coríntios, (2 Co 9.6) diz:

“E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará”.

Vamos aprender com o texto de 2 Coríntios 9: 3 a 11 como Paulo tratou a questão dos dízimos e ofertas na igreja que se iniciava em Corinto.

1 - É preciso que a igreja esteja pronta para colaborar. É obrigação do Pastor ensinar e preparar a igreja para contribuir de modo que ninguém seja pego desprevenido na hora de ofertar.

2 - Além de estar preparada para abençoar, que sua contribuição seja realmente bênção sem avareza; que cada um contribua com seu melhor, que é para Deus. Contribuindo segundo a medida da fé que todos nós temos; certamente as bênçãos do Senhor virá sobre nós de forma abundante, tanto material como espiritualmente falando.

3 - Paulo, não determina valores para as ofertas, mas deixa claro que aquele que semeia com abundância, com abundância irá colher, e ensina que todos devem colaborar com alegria e não com tristeza, de boa vontade não por necessidade ou porque espera receber mais.

2 Coríntios 9.7 

“Cada um contribua com o que propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria”.

Diz a palavra de Deus que há um memorial escrito diante de Deus, para aqueles que lembram do Seu nome; pois bem, lembrar-se de Deus também é não esquecer do Reino de Deus. Paulo diz que quem contribue com alegria, a sua justiça permanece para sempre.

2 Coríntios 9.10 

 ”Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça”.

4 - Paulo lembra também, que o dízimo glorifica a Deus, pela liberalidade de dons, e diz que esse dom, é inefável, ou seja, não se pode exprimir por meio de palavras (2 Co 13 e 15).

Dízimo, é um dever do crente, não como obrigação ou por culpa, necessidade ou favor; a contribuição deve ser para a promoção do Reino de Deus, para a igreja e para difundir o Evangelho de Cristo.

A Deus pertence todas as coisas, em Salmos 24.1 diz:

“Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam”.

Quando damos o nosso dízimo à Casa de Deus, não estamos fazendo nada além do que devolver a Deus um pouco do que Ele nos tem dado, é o mínimo que podemos fazer.

Em Êxodo 25.2 Deus falou a Moisés para que trouxessem uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se movesse voluntariamente, em 1 Coríntios 16.2b, Paulo diz para separarem uma oferta segundo a prosperidade de cada um.

O dízimo no AT era a décima parte da renda. Qualquer um que desse menos que isso estaria em desobediência a Deus, conforme Malaquias 3.8, estaria roubando ao Senhor; no NT aprendemos que devemos contribuir segundo a medida de nossas posses, proporcionalmente àquilo que o Senhor nos tem dado.

Nossa contribuição tem que ser sacrificial, da mesma forma que o Senhor Jesus sacrificou-se por nós.

Lembre-se, o sacrifício que não custa nada, que valor poderia ter?

O rei Davi pecou ao enumerar o povo de Israel. Quando o Profeta Gade veio a ele e mandou levantar um altar na eira de Araúna, o Jebuseu,  o rei Davi não aceitou a terra nem o gado nem a madeira para o sacríficio que Araúna se propôs a dar a ele, antes pagou o preço, pois entendia que o sacrificio para Deus que não custasse nada não tinham valor para Deus.

2 Samuel 24.22-24

v.22 “Então disse Araúna a Davi: Tome e ofereça o rei meu senhor o que bem parecer aos seus olhos; eis aí bois para o holocausto, e os trilhos, e o aparelho dos bois para a lenha”.

v.23 “Tudo isto deu Araúna ao rei. Disse mais Araúna ao rei: O Senhor teu Deus tome prazer em ti”.

v.24 “Porém o rei disse a Araúna: Não; porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que me não custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cincoenta siclos de prata”.

O presente estudo tem por finalidade mostrar de maneira simples, que o dízimo que apresentamos a Deus tem que ser algo do coração, como o Apóstolo Paulo ensina; deve ser dado com generosidade, sem avareza ou espírito de miséria, na certeza que o nosso Deus é que nos sustenta e nos dá a semente para semear, e não permitirá, como diz em Malaquias 3.11 que o devorador consuma o fruto de nossa terra.

Jesus levou sobre si as maldições da lei, portanto, não acredito que alguém que não esteja entregando seu dízimo ao Senhor seja uma pessoa amaldiçoada, no entanto, aprendo que aquele que está em falta perante o Senhor nos dízimos e nas ofertas deixa de participar das bençãos que a Palavra de Deus, nos promete.

Veja abaixo, somente nesse estudo as promessas de Deus para aquele que dá com alegria:

1 - As bênçãos do Senhor repousarão sobre nossa casa - Ezequiel 44.30

2 - As janelas do céu se abrirão e derramarão das bênçãos do Senhor de forma a nos dar a maior abastança (fartura, riqueza) - Malaquias 3.10

3 - O devorador será repreendido das nossas vidas e tudo que plantarmos iremos colher - Malaquias 3.11

4 - Deus honrará a nossa fé, e encherá nossos celeiros e nossos lagares - Provérbio 2.9-10

5 - Semeando com abundância, em abundância ceifaremos - 2 Coríntios 9.6

6 - A nossa justiça permanecerá para sempre e Deus multiplicará a nossa sementeira - 2 Coríntios 9.9-10

6 - Podemos fazer prova de Deus, somente o dizimista tem esse privilégio - Malaquias 3.10b

Amém!

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Você sabia…

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 8, 2007

smile00171.gifQue tudo que era consagrado a Deus, fosse, homem, animal ou do campo da sua possessão, não podia ser vendido nem resgatado de volta? Toda coisa consagrada a Deus é coisa santíssima ao SENHOR, veja em Levítico 27.28.

Vamos atentar para isso: Tudo que for consagrado a Deus, é coisa santíssima, não se pode vender, alugar tomar de volta, emprestar. Consagrou a Deus, pertence a Deus é coisa santa.

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O mel na Bíblia

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 7, 2007

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Substância açucarada produzida pelo néctar que as abelhas coletam das flores.

Comentário: 

O mel é um alimento bastante utilizado no tratamento de várias doenças, como por exemplo: sinusite, rinite, como xarope para tosse e no tratamento de gripes e resfriados, além de ser utilizado em diversos cardápios da culinária mundial.

O mel é sinônimo de coisa boa, usamos a expressão: “é sopa no mel”, para nos referir a algo bom, fácil de conseguir ou fazer.

Nas escrituras devido à sua abundância nos tempos bíblicos, aparece em diversas passagens bíblicas, algumas vezes expressando prosperidade e riqueza, em outras as dádivas materiais e espirituais; no entanto, também pode representar o engano ou sentimento dúbio.

Na Bíblia: 

Aparece pela primeira vez no livro de Gênesis 43.11; os irmãos de José descem ao Egito e levam presentes a José juntamente com Benjamim seu irmão mais novo.

“…tomai do mais precioso desta terra nos sacos para o mantimento e levai presente a esse homem: um pouco de bálsamo e um pouco de mel, arômatas e mirra, nozes de pistácia e amêndoas”.

Em Êxodo, Deus envia Moisés para tirar o povo de Israel do Egito e promete que iria levá-los para uma terra próspera, fértil, uma terra que brotava leite e mel, simbolizando dessa forma a riqueza e a fartura do lugar.

Êxodo 3.8a

“Por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra que mana leite e mel;….”.

 Deus não permitiu que se usasse o mel nas ofertas de manjares levíticas:

 Levíticos 2.11

“Nenhuma oferta de manjares, que fizerdes ao SENHOR, se fará com fermento; porque de nenhum fermento e de mel nenhum queimareis por oferta ao SENHOR”.

O uso do mel nas ofertas de manjares foi proibido, pela fermentação do mel, e consequente deteriorização.

Segundo o Bp Elio Ribeiro (ICPBB Vila Guilherme), por ser abundante naquela região, o Senhor nosso Deus não permitiu o seu uso, pois para Deus tudo que é fácil, não é sacríficio, basta lembrar que para o holocausto o sacerdote oferecia somente animais sem mancha nem defeito, para Abraão pediu Isaque em sacríficio e Ele próprio ofereceu seu unico filho, Jesus, em sacríficio por nós.

O rei Davi sabia muito bem o preço do sacrifício; quando o Profeta Gade veio a ele e mandou que levantasse um altar e oferecesse um sacrifício ao Senhor pelo pecado de enumerar o povo, Araúna ofereceu a eira para Davi, mas Davi não aceitou e fez questão de comprá-la, pois um sacrifício que não custa, também nada vale (2 Sm 24.22-24):

 “Então disse Araúna a Davi: Tome e ofereça o rei, meu senhor, o que bem parecer aos seus olhos; eis aí bois para o holocausto, e os trilhos, e o aparelho dos bois para a lenha”.
“Tudo isso deu Araúna ao rei; disse mais Araúna ao rei: O SENHOR, teu Deus, tome prazer em ti”.
“Porém o rei disse a Araúna: Não porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao SENHOR, meu Deus, holocaustos que me não custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinquenta siclos de prata”.

O mel era encontrado em diversos e mais estranhos lugares: tinha na superfície da terra e saía da rocha, também podia ser encontrado em troncos de árvores e Sansão comeu do mel produzido por um enxame de abelhas no corpo do leão morto pelo próprio Sansão (Jz 14.8-9).

1 Samuel 14.25 e 26a

“E todo o povo chegou a um bosque; e havia mel na superfície do campo. E, chegando o povo ao bosque, eis que havia um manancial de mel;…”

Salmos 81.16

“E eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel saído da rocha”. 

Os juízos do Senhor, são mais doces do que o mel.

Salmos 19.10

“….são mais doces do que o mel e o destilar dos favos”.

É gratificante para nós saber que sempre podemos contar com a justiça de Deus, pois é misericordiosa.

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O mel também simboliza o engano: 

Provérbios 5.3-4

“porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite; mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes”.

Os lábios da mulher adúltera fala de coisas doces e amáveis, mas traz no seu âmago a destruição e a morte (Pv 5.5-11).

A Palavra de Deus é doce:

Salmos 119.103

“Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doces do que o mel à minha boca”. 

Ezequiel 3.3

“E disse-me: Filho do homem, da de comer ao teu ventre e enche as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Então comi, e era na minha boca doce como o mel”.

A Palavra de Deus também pode ser amarga: 

Apocalipse 10.10

“E tomei o livrinho da mão do anjo e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e, havendo-o comido, o meu ventre ficou amargo”.

A Palavra de Deus é doce para aquele que a ama e faz a vontade de Deus; no entanto, aqueles que não a ouvem, ou se esquecem dela, é amarga. Ela traz a esperança da salvação para aqueles que creêm, e para aqueles que a desprezam, revela o fim.

Vemos pelos exemplos acima que o mel, simbolicamente falando, pode ser bom ou ruim, o que denota um sentimento dúbio, e Deus não se agrada de pessoas de duplo ânimo.

Tiago 1.8

“o homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos”.

Provérbios 17.20

“O perverso de coração nunca achará o bem; e o que tem a língua dobre virá a cair no mal”.

O presente estudo não tem a pretenção de esgotar o assunto sobre o mel; mas espero com a graça de Deus, que possa ajudar a conhecer um pouco mais desse alimento maravilhoso que é o mel.

Amém! 

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De onde veio a palavra Hebreu

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 7, 2007

smile0017.gifAbraão era semita, ou seja, descendente de Sem, filho de Noé. A descendência de Sem está relatada em Gênesis 11 a partir do verso 10 e 1 Crônicas 1. A palavra hebreu, segundo Flavio Josefo, deriva de Héber, filho de Salá, filho de Arfaxade e este filho de Sem.

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Um homem de uma grande fé

Escrito por Pb Wanderley Olivares em Dezembro 6, 2007

Ruínas de Cafarnaum - Israel Foto: Bp Ronaldo Monteiro - ICPBB Vila Guilherme

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Lucas 7.1-10 

Jesus e o Centurião de Cafarnaum:

v.1 Tendo terminado de dizer tudo isso ao povo, Jesus entrou em Cafarnaum.

v.2 Ali estava o servo de um centurião, doente e quase à morte, a quem seu Senhor estimava muito.

v.3 Ele ouviu falar de Jesus e enviou-lhe alguns líderes religiosos dos judeus, pedindo-lhe que fosse curar o seu servo.

v.4 Chegando-se a Jesus, suplicaram-lhe com insistência: Este homem merece que lhe faças isso;

v.5  porque ama a nossa nação e construiu a nossa sinagoga.

v.6 Jesus foi com eles. Já estava perto da casa quando o centurião mandou amigos dizerem a Jesus: Senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto.

v.7 Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado.

v.8 Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob meu comando, digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz.

v.9 Ao ouvir isso, Jesus admirou-se dele e, voltando-se para a multidão que o seguia, disse: Eu lhes digo que nem em Israel encontrei tamanha fé.

v.10 Então os homens que haviam sido enviados voltaram para casa e encontraram o servo restabelecido.

INTRODUÇÃO

Três coisas nos chamam a atenção no relato da cura do servo do centurião:

1 – Foi um milagre diferente do operado em outras ocasiões pelo Senhor Jesus: não viu o enfermo, não tocou nele, não o conheceu pessoalmente, simplesmente ordena que a doença o deixe, e ele fica curado.

2 – O centurião romano, comandante de uma centena de soldados, diferente de muitos judeus religiosos da época, reconhece a autoridade divina do Senhor Jesus, sabe que muitos não são dignos de estar na presença do Senhor, e demonstra isso quando diz para o Senhor que apenas uma palavra d’Ele e seu servo seria curado.

3 – O Senhor reconhece a fé do centurião, e qualifica-a de “uma grande fé”.

I – Qual o tamanho da sua fé, grande, pouca ou nenhuma?

1.1 – algumas pessoas não têm fé

II Tessalonicenses 3.2

“Orem também para que sejamos libertos dos homens perversos e maus, pois a fé não é de todos”.

Marcos 4.40

“E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?”

1.2 – algumas pessoas têm uma pequena fé

Mateus 6.30

“Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé”?

1.3 – outras, como aquele centurião tem uma grande fé.

Mateus 15.28

“Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã”.

Sabemos pelas escrituras que sem fé é impossível agradar a Deus (hb 11.6), por isso mesmo se quisermos receber de Deus as promessas contidas na sua palavra, devemos buscar acrescentar fé ao nosso coração.

Aprendemos que a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus (Rm 10.17), o centurião amava a palavra de Deus, (Lc 7.5), pois ele mesmo edificou uma sinagoga, como poderia aquele homem ter tanta certeza da cura de seu servo se não tivesse a fé como alicerce da sua crença?

II – Humildade característica da fé do centurião

No verso 7 o centurião da um sinal de humildade, que muitos na sua posição jamais o faria; vamos recordar a situação de Naamã, ele quase perdeu a benção por causa do orgulho, que se não fora seu servo ele não iria banhar-se no rio Jordão:

2 Rs 5.10-14

v.10 Então, Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne te tornará, e ficarás purificado.
v.11 Porém Naamã muito se indignou e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, e invocará o nome do SENHOR, seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso.
v.12 Não são, porventura, Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles e ficar purificado? E voltou-se e se foi com indignação.
v.13 Então, chegaram-se a ele os seus servos, e lhe falaram, e disseram: Meu pai, se o profeta te dissera alguma grande coisa, porventura, não a farias? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te e ficarás purificado.
v.14 Então, desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua carne tornou, como a carne de um menino, e ficou purificado

O centurião não se sente digno de receber Jesus em sua casa, mas não deixa de mostrar a sua fé quando pede para Jesus ordenar a cura de seu servo. Jesus não foi até a casa do centurião, no entanto, Jesus entrou no seu coração.Buscou a Jesus com humildade e com o coração contrito e quebrantado, sabendo que não era digno, que era um pecador (Sl 51.17).

Não adianta buscarmos a Deus com soberba, com altivez de espírito, pois o nosso Deus resiste ao soberbo e da graça aos humildes (Tg 4.6) vamos nos humilhar perante o Senhor e a seu tempo ele nos exaltara (Tg 4.10).

CONCLUSÃO

O servo do centurião estava paralítico e violentamente atormentado, (MT 8.6). Jesus enviou Sua palavra e o servo do centurião ficou são.

O centurião romano, sabia que bastava uma palavra do Senhor Jesus para que seu criado fosse curado (Salmos 107.20), não implorou a compaixão dos outros, procurou aquele que podia resolver o problema apenas com uma palavra.

Salmos 107.20

“Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal”.

Hoje não temos a presença física do Senhor Jesus conosco, mas Ele vive e está à destra do Pai, e Ele nos garantiu que estaria conosco até a consumação dos séculos (Mateus 28.20b).

Vamos viver a presença do Senhor em nossas vidas, orando e abençoando aqueles que necessitam das nossas orações, pessoas que hoje estão vivendo situações semelhantes à do servo do centurião: atormentados, doentes, impossibilitados de se locomover; esquecidos e discriminados em decorrência da situação que vivem,  crendo que realmente Jesus está fazendo o milagre através da nossa fé.

Amém!

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